
Histórias são como coreografias bailadas. Elas tem uma seqüência composta por passos que se interligam de maneira lógica. Se estes passos não são bailados com destreza a dança fica feia, sem fluidez, sem ritmo. Ser sujeito de uma história exige que se saiba bailá-la, para que o desfecho emocione, ultrapasse simples passos mal dados.
O empenho do bailarino não é o essencial, é preciso que se baile a história certa, no momento certo. É difícil prever, mas um bailarino experiente sabe a hora de entrar no palco.

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